Related Posts with Thumbnails

Quinta-feira, Fevereiro 2

Com que idade retirar um filhote da ninhada? Direto do "Dicas peludas"!!

COM QUE IDADE RETIRAR UM FILHOTE DA NINHADA?


Sempre me sinto angustiada ao ver um filhote ser separado do aconchego da mãe,neste texto Dennis Martin(adestrador, proprietário da Royal Pet Mania),deixa bem claro o porque da sábia Mãe Natureza deve ser respeitada.

"Durante os cursos que eu tenho ministrado nas universidades com cursos de Veterinária no Brasil, tem um assunto que abordo e considero como uma campanha minha sobre algo que acho muito cruel, e egoísta da parte de quem cria cães seja profissionalmente, seja no fundo do quintal. Quer me parecer que a grande motivação destes criadores é receber de volta seu investimento e receber seu lucro o mais rápido possível. A final criar custa.

Mas se alguém pretende entrar neste mercado, antes deve saber se terá condições financeiras de arcar com os custos desta empreitada pelo tempo que seja necessário, antes de poder considerar a venda dos filhotes.
Eu diria ainda que esta pessoa tenha uma obrigação moral de saber que esta lidando com vidas, e que eticamente falando, estas vidas são da inteira responsabilidade de quem decidiu criar ate no mínimo 60 dias e os custos precisam ser assumidos ate este ponto. Veja que estou falando tão somente daqueles que de fato tem crias com a finalidade de ganhar dinheiro, não àqueles que foram vitimas de cruzamentos inesperados, o que pode vir acontecer com qualquer um. Mas isto dito, mesmo assim, estas pessoas devem saber como é o começo das vidas destes seres.


“Tendo chegado a este ponto acho justo também esclarecer aos menos informados como se desenvolve a vida de um filhote após seu nascimento.”


0 a 12 Dias


Ele é cego, ele é surdo, divide seu tempo entre se alimentar e se manter aquecido. Necessita até de estimulo externo para defecar e urinar.

Alem disto os sentidos de faro, paladar e toque são deficientes.
Ele reage ao frio, ao calor e a dor, ele também reconhece o cheiro da mãe.




13 a 20 Dias


Mudanças fisiológicas ocorrem...

Os olhos se abrem, e apesar de que as suas pupilas reagem a luz, a retina ainda esta subdesenvolvida, e é incapaz de enxergar objetos ou movimento de forma boa até os 21 dias.




21 a 50 Dias


Na primeira semana deste período ele começa a jornada de descoberta que o marcará e vai moldar que tipo de cão ele será pelo resto da sua vida.

Os seus sentidos de audição e visão passam a figurar na vida dele.

Há uma importância de haver um ambiente estável neste momento, pois a mudança ocorre de uma hora para outra, dentro mesmo de 24 horas. Quaisquer mudanças na localização do animal ou com o seu meio ambiente direto, poderão marcar o cão pela vida toda.

Neste período ele descobre o que é ser um cão e para que ele possa alcançar seu potencial genético ele precisa ao menos ficar junto da mãe até o final deste período.




Pois veja que durante este período ele vai aprender e praticar..


- Expressão corporal,

- Expressão facial,

- Vocalização,

- Como é latir,

- Como é escutar latido,

- Qual o efeito e a conseqüência de seu comportamento nos seus irmãos e irmãs,

- Qual o efeito e a conseqüência de seu comportamento junto a sua mãe,

- Qual a sensação de morder e de ser mordido,




Durante este tempo ele aprende os repertórios que farão dele um cão, ou seja.

- Perseguição e evasão,


- Aprimora coordenação motora,

- Jogos [brincadeiras] de luta ensinam a ganhar e a ser submisso,

- Aprende a entender disciplina,

- Aprende da mãe, que administra a disciplina, como morder sem machucar, ou a deixar ela em paz, principalmente quando esta deixando de amamentar,




Muitas vezes criadores, e principalmente aqueles que criam em ´´fundo de quintal´´, mal interpretam esta disciplina, como sendo uma rejeição da parte da mãe, dai separa ela dos filhotes e cria neste único ato um problema para o futuro do filhote.

Deve então ficar bem obvio a importância e a possível conseqüência do ato de separar o animal da mãe antes dos 60 dias. Veja que acima dou como período final 50 dias, estes prazos variam, não são firmes, chegam a variar um pouco mas esta variação não é grande.

Imaginem então que até os 50 dias ele tem mais 10 dias para treinar estas lições todas antes que seja separado da mãe. Não é muito tempo, mas já dá uma chance de uma vida melhor. Já da também uma chance aos seus novos donos a ter um cão equilibrado, confiante e feliz. 

Eu conheço casos onde o cão foi separado antes de 60 dias, e não houve nenhum problema na sua vida, mas isto é uma loteria, e vidas não devem ficar sujeitas a loteria em nome do lucro.

No meu papel de educador canino e orientador dos proprietários de cães percebo que vários problemas ocorrem no convívio com cães, e não é incomum que o chamado ´síndrome do abandono´ seja associado a cães que foram precocemente separados da mãe. 

Quero finalizar dizendo que não me considero o dono da verdade em tudo no que se refere aos cães, pelo contrario, aprendo no dia a dia como todos nos que lidamos com cães regularmente, mas peço a todos aqueles que estejam criando, ou pesando em cruzar seus cães, a considerar qual o seu papel na formação dos filhotes que virão e o direito de um inicio justo e digno a quem tem o propósito de ser um companheiro equilibrado e fiel.



Dennis Martin é adestrador, proprietário da Royal Pet Mania e associado ao British Institute of Professional Dog Trainers/Inglaterra

Domingo, Janeiro 15

Pela emenda popular "Delito Grave maltratar e matar animais"


Olá, pessoal, conheci uma iniciativa bem legal esta semana e tenho tentado divulgá-la de todas as maneiras.

Na minha opinião, é necessário termos leis mais duras para os casos de crueldades contra animais como os que temos visto. Não que essa seja a única solução, não é simples assim, não.... Além de punição mais dura para os crimes, há necessidade também de políticas públicas de atenção à saúde dos animais, políticas de controle da natalidade baseadas na castração e sensibilização para a adoção em vez da compra.

Se você quer ajudar os animais domésticos das nossas cidades, comece lendo o texto abaixo e compreendendo o motivo de querermos mudar a lei de crimes contra animais:



"A legislação atual rege que os crimes contra os animais é de baixa periculosidade, portanto os malfeitores, torturadores, traficantes e matadores de animais, não não presos, assinam um papel chamado TCO – Termo Circunstanciado de Ocorrência, quando são convidados a ir numa delegacia, algumas cestas básicas e algum serviço comunitário e eles se safam.

Mas você pode mudar isso agora!

Acesse o link  do site AQUI, imprima, colete assinaturas e envie ao Procurador Geral da República. Se você não se manifestar, cada vez mais notícias de torturas e mortes de animais acontecerão. Faça parar, tenha piedade daqueles que não podem falar.

PS: Sem um abaixo-assinado, contendo as reais assinaturas de mais de um milhão de brasileiros, nossa proposta para a criação da emenda popular não será apreciada, portanto não é possível faze-lá via internet e sem que ninguém centralize, deverá ser enviada pelo correio ao ministério público em Brasília.

Coloque seu nome completo, número de documento RG pu CPF, assine e envie para; Dr. Roberto Gurgel – MP – SAF Sul Quadra 4 Conjunto C – Brasília / DF – CEP 70050-900



Vamos lá, faça você a sua lista, impressa do site e recolha as assinaturas conforme instrução que você encontra lá no site!  É fácil e você vai se surpreender de ver quantas pessoas vão assinar! 
Mandem notícias, ok? 
Qualquer dúvida, deixem recado! 

Quinta-feira, Dezembro 15

Animais em locais públicos

Li no blog Animal Vibe a notícia maravilhosa de que na Toscana, uma região da Itália, foi apresentada uma proposta de lei para permitir o acesso de animais de estimação em locais públicos. Como diz a autora do blog, esse é só o primeiro passo para que os nossos animais sejam respeitados. Quem convive com um bichinho de estimação sabe o quanto é ruim não poder frequentar determinados locais com eles. 


Adorei especialmente o último parágrafo do texto da Lota, a dona do blog, por isso resolvi traduzir e postar também o vídeo que o acompanha. Aproveitem um momento de pausa para assisti-lo... 


Texto traduzido: Considerar um cão como um membro da família, por muito tempo, foi só uma esperança, um desejo de alguns. Agora parece que existe entre nós, humanos, uma consciência maior do quanto essa atitude deveria ser natural, até pelo simples fato de que se um cachorro vive entre nós e nos dá afeto e atenção (às vezes até maior do que recebemos dos nossos outros familiares), ele deve ser considerado 100% como um componente da família. (Animal Vibe)





beijos!

Sábado, Dezembro 3

Viver com animais não faz mal à saúde!!!! Pelo contrário....



Uma pesquisa realizada pela veterinária Kate Stenske, da Kansas State University, mostrou que o contato próximo entre cães e os seus donos não traz  para a saúde humana. Segundo a pesquisadora, dormir ao lado do cão de estimação ou levar uma lambida no rosto não causa doenças.



O estudo de Kate, que será publicado na próxima edição do American Journal of Veterinary Research, analisou os riscos relacionados à bactéria Escherichia coli, causadora de problemas comuns como infecções intestinais. Para isso, a veterinária coletou amostras de fezes de cães e de seus proprietários.
A pesquisa demonstrou que, na maioria dos casos, o micro-organismo encontrado nos seres humanos é mais resistente – e, por isso, mais perigoso à saúde – do que o encontrado entre os cães. Em 10% dos casos, cães e seus proprietários compartilhavam o mesmo tipo da bactéria E. coli. Isso quer dizer que, na maior parte das vezes, os humanos são mais perigosos para os cães – ao transmitir uma bactéria mais resistente – do que o contrário. Apesar disso, Kate recomenda sempre ter bom senso na prática da higiene pessoal: é fundamental lavar bem as mãos antes de preparar alguma refeição ou de brincar com seu cachorro, por exemplo.
A veterinária afirma ainda que o interesse pelo tema nasceu em função da relação quase paternal que os donos desenvolvem com seus cachorros de estimação. “Há estudos que mostram que 84% das pessoas dizem o cão é como um filho para eles”, diz. Para Kate, a conclusão de seu estudo traz vantagens físicas e psicológicas para cães e proprietários, uma vez que libera os carinhos entre eles.


O próximo passo, segundo Kate, é analisar a relação da E. coli em gatos e seus proprietários. Segundo a veterinária, o estudo pode trazer novidades sobre o tema, já que a relação entre felinos e humanos é diferente da nossa relação com os cães.

Fonte: Revista Época

Alexandre Domingues

É apaixonado por animais e voluntário em obras sociais, trabalha com informática.
http://www.petrede.com.br

Terça-feira, Novembro 8

Men and their dogs. (Tumblr)

Muita gente acha que proteger animais de estimação é coisa de mulheres, mas olha eu conheço vários rapazes na área, viu? Além disso, olha só o charme de um homem sensível aos animais.... Fala a verdade, não é muito melhor?